Não deve levar a sério os rituais da pessoa com Transtorno Obsessivo Compulsivo.

Tratar TOC com Psiquiatra do Einstein

Pergunta:

Meu filho tem 21 anos e sofre de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), tem mania de limpeza desde os 18. Fez tratamento psiquiátrico com medicação durante um ano e obtendo bons resultados, mas desistiu de tomar medicação afirmando que estava sendo intoxicado.

Há dois anos se alimenta apenas de produtos naturais de forma radical e nada de origem animal. Há quase dois os sintomas voltaram de forma agressiva, está muito magro e não consigo convencê-lo de forma alguma a retomar o tratamento. O q fazer?

Resposta:

Pelo jeito o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) dele mudou de característica, o de comer alimentos “naturais e saudáveis”.

Imagino que grande parte das atividades da vida diária dele está prejudicada pelo tempo que ele perde com os rituais obsessivos.

É comum pacientes de TOC não gostarem de medicação, a família precisa insistir. Talvez ele melhore apenas com TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), mas seria importante ele se conscientizar que “trocou um TOC por outro”.

 

Pergunta:

Tenho um caso na família de um adolescente de 14 anos diagnosticado como Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Já está em tratamento, com Antidepressivo e Antipsicótico, há três semanas.

Tenho lido muito a respeito, mas o que menos tenho encontrado são dicas para os familiares.

Li nesse site que a família “não deve levar a sério “os rituais da pessoa com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), mas o que exatamente isso quer dizer?

Não dar importância? Não falar sobre o assunto?

Deve fazer de tudo para que ele não exercite os rituais. Deve dizer que é um sintoma de uma doença.

Resposta:

Não levar a sério os rituais obsessivos de paciente de TOC significa:

  • Deve fazer de tudo para que ele não exercite os rituais.

  • Deve dizer que é um sintoma de uma doença.

  • Não deve entrar em discussões sobre vírus e bactérias e contaminações.

  • Não debater se arrumar aquela mesa pela décima vez é ou não importante.

  • Não discutir os índices de criminalidade para saber se precisa voltar e conferir se trancou a porta pela enésima vez.

  • Etc.

Qualquer tentativa de argumentação lógica significa desgaste, perda de tempo e atraso para começar o tratamento.